{"id":203,"date":"2018-06-29T13:23:45","date_gmt":"2018-06-29T16:23:45","guid":{"rendered":"http:\/\/bioecoambiental.com.br\/br\/?p=203"},"modified":"2018-06-29T13:26:52","modified_gmt":"2018-06-29T16:26:52","slug":"impasse-no-licenciamento-ambiental-traz-prejuizos-a-economia-em-joinville","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/bioecoambiental.com.br\/br\/impasse-no-licenciamento-ambiental-traz-prejuizos-a-economia-em-joinville\/","title":{"rendered":"Impasse no Licenciamento Ambiental traz preju\u00edzos \u00e0 economia em Joinville"},"content":{"rendered":"<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Entidades ligadas ao setor da constru\u00e7\u00e3o civil de Joinville est\u00e3o preocupadas com a perda de produtividade, a estagna\u00e7\u00e3o nos investimentos, os preju\u00edzos aos neg\u00f3cios e os impactos ao crescimento do munic\u00edpio ocasionados pelo atraso nos licenciamentos ambientais e consequente queda no volume de projetos aprovados em Joinville.<\/p>\n<p>De janeiro a maio de 2018, o volume total de projetos que obtiveram aprova\u00e7\u00e3o na cidade caiu de 293.039m2 para 268.936m2 se comparado ao mesmo per\u00edodo de 2017. O n\u00famero representa a soma das diferentes \u00e1reas que necessitam de alvar\u00e1 (resid\u00eancias uni e multifamiliares, com\u00e9rcio, ind\u00fastria, servi\u00e7os, institui\u00e7\u00f5es e empreendimentos de uso misto residencial\/comercial). Na m\u00e9dia mensal, de janeiro a maio, foram 53.787,20m2 em 2018 contra 58.607,80m2 em 2017.<\/p>\n<p>Os dados fazem parte de um levantamento feito pela Prefeitura de Joinville apresentados no Relat\u00f3rio dos Projetos Aprovados 2017\/2018 e revelam que a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 mais cr\u00edtica para a ind\u00fastria, que de janeiro a maio de 2017 teve um total de 56.806m2 em projetos aprovados e, no mesmo per\u00edodo deste ano, conseguiu aprovar apenas 20.467m2 \u2013 uma redu\u00e7\u00e3o equivalente a 63,97%. Em abril e maio, o segmento n\u00e3o teve um \u00fanico projeto aprovado. No com\u00e9rcio n\u00e3o foi diferente. De janeiro a maio do ano passado foram aprovados 25.753m2 e, neste ano, no mesmo per\u00edodo, 22.814m2.<\/p>\n<p>De acordo com o presidente do SINDUSCON Joinville, Vilson Buss, a falta de licenciamentos ambientais est\u00e1 afetando duramente as empresas que atuam na cidade e, em muitos casos, obrigando construtoras e investidores a escolherem outras regi\u00f5es para iniciar seus empreendimentos. \u201cSem as licen\u00e7as e com a queda no volume de projetos aprovados, empresas tiveram que adiar os investimentos na cidade, diminuir o ritmo de obras e at\u00e9 reduzir seus quadros de funcion\u00e1rios, perdendo competitividade e for\u00e7a de venda\u201d, diz.<\/p>\n<p>No entendimento do SINDUSCON Joinville, seja qual for o \u00f3rg\u00e3o respons\u00e1vel pelo licenciamento ambiental no munic\u00edpio, o que a cidade precisa \u00e9 de uma solu\u00e7\u00e3o urgente e \u00e1gil para que as empresas voltem a produzir e a cidade, a crescer e a se desenvolver. \u201cAliada a outros setores da economia que tamb\u00e9m sofrem com o problema, o que a ind\u00fastria da constru\u00e7\u00e3o civil pede \u00e9 a agilidade do poder p\u00fablico na resolu\u00e7\u00e3o deste tema\u201d, afirma o presidente.<\/p>\n<p>Os preju\u00edzos atingem tamb\u00e9m os engenheiros que atuam na cidade. O diretor regional do CREA-SC, Dieter Neermann, diz que a situa\u00e7\u00e3o traz reflexos negativos n\u00e3o apenas para as empresas, mas tamb\u00e9m para profissionais de diversas \u00e1reas da engenharia. \u201cO problema afeta diretamente o exerc\u00edcio dos profissionais respons\u00e1veis pelas ARTs (Anota\u00e7\u00e3o de Responsabilidade T\u00e9cnica) dos projetos. \u00c9 como uma rea\u00e7\u00e3o em cadeia, que provoca o represamento das demandas e o comprometimento do fluxo dos trabalhos\u201d, explica.<\/p>\n<p>A Associa\u00e7\u00e3o Joinvilense de Engenheiros Civis (AJECI) lamenta a morosidade da Prefeitura em resolver a quest\u00e3o dos licenciamentos ambientais. Na avalia\u00e7\u00e3o do presidente da entidade, engenheiro Daniel Kandler Signori, o impasse vem travando toda a cadeia produtiva da constru\u00e7\u00e3o civil. \u201cEnquanto as construtoras e empresas n\u00e3o licenciam suas obras, engenheiros, empreiteiros e outros prestadores de servi\u00e7os est\u00e3o sem trabalho, demitindo funcion\u00e1rios e trabalhando pressionados por uma economia que ainda n\u00e3o se recuperou\u201d, diz.<\/p>\n<p>Segundo o presidente da AJECI, a associa\u00e7\u00e3o repudia o jogo de empurra-empurra que se transformou o licenciamento ambiental em Joinville e espera o r\u00e1pido restabelecimento das an\u00e1lises e licenciamentos. \u201cCorremos o risco de uma regress\u00e3o tecnol\u00f3gica na cidade ocasionada pela falta de investimentos na economia e poss\u00edveis migra\u00e7\u00f5es de recursos para outros munic\u00edpios\u201d, comenta Daniel.<\/p>\n<p>Fonte: Imprensa\/SINDUSCON Joinville<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>&nbsp; Entidades ligadas ao setor da constru\u00e7\u00e3o civil de Joinville est\u00e3o preocupadas com a perda de produtividade, a estagna\u00e7\u00e3o nos investimentos, os preju\u00edzos aos neg\u00f3cios e os impactos ao crescimento do munic\u00edpio ocasionados pelo atraso nos licenciamentos ambientais e consequente queda no volume de projetos aprovados em Joinville. 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